Preciso de contratar os dois métodos?
Não. O Rank e o Reach funcionam separados e resolvem dores diferentes. O diagnóstico define por onde começar, e a maioria das empresas entra por um, estabiliza e ativa o segundo. Juntos retroalimentam-se: o conteúdo do Rank torna-se argumento no Reach, e as objeções capturadas no Reach tornam-se temas no Rank.
E o Método Run, quando é que entra?
O Run é a terceira vertente: desenvolvimento de software, automações e agentes de IA aplicados à operação. Entra num segundo momento: quando a máquina de aquisição funciona e a operação precisa de absorver o crescimento. A exceção é quem chega com uma dor aguda de processo (retrabalho, erros, prazos a derrapar): nesse caso o Run também é porta de entrada, sem depender dos outros dois.
Porque é que se focam em B2B?
Porque é onde o método vence o volume. Venda consultiva, múltiplos decisores e ciclos longos exigem autoridade construída e a abordagem certa. Trabalhamos também com B2C de valor elevado e baixo volume, em que a lógica de compra se parece com a de uma decisão corporativa.
Entregam ferramenta, serviço ou consultoria?
Os três, e é essa a diferença. A plataforma é instalada na sua operação, o serviço é executado pela nossa equipa e o método é o que organiza os dois. Não recebe um acesso e um manual: recebe a máquina montada, a operar e medida.
Como é a entrada?
Por um diagnóstico. No Rank é uma auditoria digital: SEO técnico, presença em IA, conteúdo, perfil local, conversão e medição. No Reach é um estudo de mercado: ICP, públicos, produtos e universo de contas. De qualquer dos lados, sai com um mapa antes de qualquer contrato de operação.
Quem opera no dia a dia?
A Draivv opera, com um responsável pela sua conta. A sua equipa entra nos pontos de decisão: aprovação de posicionamento, validação de ICP, revisão de temas e receção das reuniões qualificadas. A operação técnica e editorial fica connosco.