Draivv

Método Run · À medida

Automação comercial com IA para propostas, follow-up e carteira

Depois de a oportunidade entrar, automatizamos o que trava a venda: propostas, follow-up, CRM com IA e leitura da carteira, construídos sobre a operação real e integrados com o que já usa. Contratado à parte, sem depender de Rank ou Reach.

Diagnóstico · Roadmap por impacto · Software · Automações · Agentes · Evolução

01Quando o Run entra

Alguns processos pedem uma ferramenta que não existe feita.

Preparar a proposta com os dados aprovados. Consultar um catálogo técnico a meio de um atendimento. Encaminhar um pedido para a pessoa certa. São tarefas que consomem a equipa e que as ferramentas genéricas resolvem mal.

É aí que entra o Run: software feito para o seu processo, com IA onde ela ajuda e com a sua equipa a decidir. Os sistemas que já utiliza continuam; o que muda é a espinha que os liga.

Pode chegar depois do Rank ou do Reach, quando mais clientes aumentam o volume da operação, ou sozinho, quando a dor de processo já é aguda.

ExcelE-mailCRMWhatsAppERPhoje: esforço manual a ligar tudoMétodo RunExcelE-mailCRMWhatsAppERPIAna operaçãodepois: fluxo orquestrado, pessoas a decidir
02As cinco etapas

Do diagnóstico ao go-live, e do go-live em diante.

Nem uma linha de código antes de o mapa de processos existir. É o mesmo princípio dos outros métodos: entender antes de construir, medir depois de entregar.

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  1. 01

    Diagnosticar

    Imersão nos processos, dados e estrangulamentos reais: onde o esforço manual consome tempo e onde a IA gera resultados concretos.

  2. 02

    Priorizar

    A matriz de impacto × esforço torna-se roadmap: as primeiras entregas são as de retorno mais rápido, com ROI estimado por frente.

  3. 03

    Construir

    Software à medida, automações e agentes de IA treinados nos seus dados, nos seus produtos e no seu vocabulário.

  4. 04

    Integrar

    Nada nasce isolado: tudo ligado ao que já existe: CRM, ERP, e-mail, WhatsApp, folhas de cálculo e sistemas legados.

  5. 05

    Evoluir

    O go-live abre a fase longa: medimos o tempo recuperado e a qualidade, mantemos e evoluímos o que está em produção.

03Diagnóstico e priorização

Não começa pelo mais bonito. Começa pelo que paga o projeto.

O diagnóstico mapeia processos, dados e estrangulamentos, e quanto tempo cada um consome hoje. Cada candidato a automação ou agente entra na matriz de impacto × esforço.

As primeiras entregas saem da zona de retorno rápido: alto impacto, baixo esforço. É o que faz o método pagar-se cedo e financiar as frentes maiores, entrega a entrega.

primeiras entregasesforço de implementação →impacto no negócio →
Cada bolha é um processo mapeado no diagnóstico; o tamanho representa as horas consumidas hoje. O roadmap começa onde o retorno chega mais depressa.
04O que construímos

Quatro frentes. Uma só operação.

Unimos negócio, engenharia e IA: cada construção nasce dos seus processos e conversa com as outras, formando um sistema único.

Software à medida

Sistemas construídos sobre o seu processo, tal como ele funciona hoje.

Automações

Rotinas repetitivas (lançamentos, conferências, relatórios, follow-ups) a correr sozinhas, com registo e alçada.

Agentes de IA

Assistentes que conhecem os seus produtos, atendem, qualificam, redigem e preparam decisões, com pessoas no comando.

Integrações

CRM, ERP, e-mail, WhatsApp, folhas de cálculo e sistemas legados a falar entre si: o dado entra uma vez e circula.

05O resultado

O que a operação recupera: tempo e qualidade.

O número que acompanhamos é quantas horas por semana voltaram para a equipa, e o que aconteceu ao erro e ao prazo em cada processo.

Esse painel nasce no diagnóstico, com a medição do “antes”. Sem o antes medido, qualquer “depois” é opinião.

  • Propostas e orçamentos
    6h/sem1h
  • Dúvidas repetidas de clientes
    9h/sem2h
  • Relatórios e Excel
    5h/sem30min
  • Lançamentos e conferências
    7h/sem1h30
Hoje, manualCom o Run em produção
Ordem de grandeza ilustrativa por processo; o número real sai do diagnóstico, medido na sua operação.
06Como trabalhamos

Resultado mensurável ou não entra

Cada frente do roadmap tem métrica antes de ter código: horas recuperadas, erros reduzidos, prazos encurtados. IA sem números é hype.

Pronto quando resolve, à medida quando importa

Usamos ferramentas de mercado onde elas bastam. O à medida fica para o que diferencia a sua operação.

Os seus dados continuam seus

Acessos mínimos, RGPD, modelos escolhidos caso a caso e nada de treinar terceiros com o que é da sua empresa.

As pessoas conduzem a IA

A automação executa e o agente prepara; a alçada de decisão é desenhada em conjunto com a sua equipa.

07O que recebe

Entregáveis do método.

08Com Rank e Reach

Quando tudo trabalha em conjunto

O Rank e o Reach trazem clientes. O Run trata do processo que pede ferramenta própria.

É a mesma forma de trabalhar nas três frentes: perceber antes de construir e medir depois de entregar. O Run pode chegar com as outras ou sozinho.

FAQAntes de decidir
O que entrega o Método Run na prática?

Três tipos de construção, integrados entre si: software à medida para o que diferencia a sua operação, automações para rotinas repetitivas (lançamentos, conferências, relatórios, follow-ups) e agentes de IA que conhecem os seus produtos e processos, a atender, qualificar, redigir e preparar decisões. Tudo em produção, medido e ligado aos sistemas que já usa.

Tenho de contratar o Rank ou o Reach antes?

Não. O Run é contratado à parte. Em muitas empresas chega depois, quando mais clientes aumentam o volume de propostas, de atendimento e de dados. Quem já tem uma dor de processo aguda (retrabalho, erros, prazos ultrapassados) começa diretamente por ele.

Porque não usar só ferramentas prontas de IA?

Porque usamos, onde elas resolvem. O método existe para o que a ferramenta genérica não cobre: o seu processo específico, os seus dados, a integração com os seus sistemas. O diagnóstico separa as duas coisas com critério: o que se resolve com uma subscrição de software, resolvemos com subscrição; o que exige construção, construímos.

Como ficam a segurança e os dados?

Os dados da sua empresa continuam a ser da sua empresa. Trabalhamos com acessos mínimos e revogáveis, conformidade com o RGPD, e os modelos de IA são escolhidos caso a caso, incluindo quanto ao local onde processam e ao que registam. Nenhum dado seu se torna treino de terceiros.

Quanto tempo até à primeira entrega?

O diagnóstico ocupa as primeiras semanas e sai com o roadmap priorizado. A primeira frente em produção, em geral uma automação ou um agente da zona de maior retorno, chega no primeiro ciclo. O resto do roadmap evolui por prioridade, com resultados medidos a cada entrega.

Quem mantém tudo depois do go-live?

A Draivv. Monitorização, ajustes, evolução e suporte fazem parte do método: software e agentes sem manutenção degradam-se como qualquer ativo. Se em algum momento quiser internalizar, a transição é organizada: a documentação, o código e os acessos são seus.

Quantas horas por semana perde a sua operação em trabalho manual?

O diagnóstico do Método Run responde com números: que processos consomem a equipa, quanto custa cada um e por onde a IA começa a devolver tempo. Sai com o mapa e o roadmap, antes de qualquer contrato de construção.

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